Lá que era giro, era!…

Fevereiro 24, 2008 at 8:36 pm 15 comentários

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Entry filed under: cartoon.

Lindo discurso Pós e contas: balanço

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  • 1. Maria A.  |  Fevereiro 24, 2008 às 9:21 pm

    E não é que estamos todos a ficar telepáticos? É que lá pela escola há quem já tinha feito tal associação com as Caldas…
    Quanto a “regressos ao passado”, dei comigo a pensar que só uma vez na vida participei numa manifestação: já lá vão uns 30 anos e era caloira em Letras – dentro de 15 dias irei provavelmente (a não ser que algo nos supreenda) “relembrar o passado” .
    Um colega que ontem estava nas Caldas, dizia-nos que andava na primária em 74 e que, por isso mesmo, se irá estrear como manifestante nessa mesma data.

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  • 2. Maria A.  |  Fevereiro 24, 2008 às 9:22 pm

    “há quem já tenha feito”

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  • 3. LCC  |  Fevereiro 24, 2008 às 9:26 pm

    … esperem aí, vou ali comprar um lencinho branco, para condizer com a música…

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  • 4. Paula Martins  |  Fevereiro 24, 2008 às 9:45 pm

    “E depois do adeus”
    🙂
    Sonhar faz bem à alma.
    E enquanto se sonha “embarca-se” (ou “autocarra-se” ) para Lisboa ou para onde for necessário!

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  • 5. Francisco Trindade  |  Fevereiro 24, 2008 às 10:20 pm

    O ANTERO é grande!…

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  • 6. Olinda  |  Fevereiro 25, 2008 às 12:17 am

    Ai Antero, Deus te oiça, homem.
    As Caldas já são tão conhecidas mas com os teus bonecos ficarão na História.

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  • 7. MaisUmaProfessorazeca  |  Fevereiro 25, 2008 às 5:14 pm

    Antero vá preparando as ferramentas…
    🙂

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  • 8. João Gonçalves  |  Fevereiro 26, 2008 às 10:57 am

    Na querela Maria de Lurdes Rodrigues/professores é difícil entrar. O “eduquês”, uma especialidade destes trinta anos de democracia, distinguiu-se precisamente por criar um mundo muito seu, fechado e corporativo, que a vasta rede de sindicatos de professores anima. Não é seguro que esse mundo tenha acompanhado o mundo cá fora. Basta ver o espanto e a legítima revolta dos professores quando, em vez de turmas de meninos e meninas, dão de caras com gangs de badalhocos ignorantes e promíscuos dispostos a vandalizar as escolas porque sim.

    O professor – muito por sua culpa e por culpa das “técnicas pedagógicas progressistas” – viu minada a sua autoridade perante os alunos e, em casos extremos, perante pais de alunos que são piores que os filhos. A demagogia associada às “novas oportunidades” é apenas mais um prolongamento da velha retórica optimista de que não há maus rapazes. Há. E o “sistema” não está preparado para os enfrentar.

    As “reformas” de Maria de Lurdes Rodrigues revelam essa impreparação e esse irrealismo ao atirar com mais burocracia para cima de uma burocracia cheia de vícios acumulados em décadas de complacência e de desleixo. A ministra tem alguma razão e os professores também, mas o círculo é mesmo vicioso. Sem disciplina e autoridade impostas nas escolas, mesmo ao arrepio da mítica “autonomia” dos professores e das ditas escolas, a educação não muda e não prepara os meninos e as meninas (os que desejam preparar-se) para o “futuro”.

    A querela em curso – que já anda pelos tribunais como se os tribunais “governassem” – não muda um átomo da natureza das coisas. E, sobretudo, não muda a natureza dos homens. Isto é mais básico do que o ensino com o mesmo nome.

    Responder
  • 9. Paula Martins  |  Fevereiro 26, 2008 às 11:42 am

    Obrigada!
    Vou “levar” este cartoon lá para o meu sítio.

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  • 10. rendadebilros  |  Fevereiro 26, 2008 às 5:22 pm

    Por falar em Caldas da Rainha , movimento de Abril, etc… parece que tantos anos depois voltámos às manifs…aqueles que nos esquecêramos da participação em algumas.
    Antero: tive o atrevimento de lhe atribuir um prémio sem obrigação de espécie nenhuma que eu, quando recebo os prémios faço as regras que me apetece…
    Grande abraço.

    Responder
  • 11. Marianne  |  Fevereiro 26, 2008 às 10:10 pm

    Ainda me lembro das grandes e lindas manifs!
    Desejo ardentemente que o “E depois do Adeus” seja dedicado ao actual ministério!

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  • 12. Sal  |  Fevereiro 27, 2008 às 1:59 am

    Só uma grande manifestação poderá demonstrar a este Governo o nosso descontentamento. É que eles salvaguardam-se sempre com a sua maioria absoluta, mas, esquecem-se de uma outra coisa muito importante: O povo é realmente quem mais ordena. E a meu ver, já não pode ser só através do voto penalizador. Tem de ser na estrada.
    Com cartazes. Com palavras de ordem. Tem que ser A SÉRIO. porque também nos estão a lixar a sério.

    Dia 8 lá estarei (estaremos!)
    Porque eu também estou indignada.

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  • 13. Maria Lisboa  |  Fevereiro 27, 2008 às 1:53 pm

    Eles tinham armas… nós não! 😦

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  • 14. Sal  |  Fevereiro 27, 2008 às 10:50 pm

    Maria Lisboa:
    Nunca ouviu dizer que “a pena é mais forte que a espada”?
    Nós professores não usamos pena, mas usamos canetas e lápis…
    E não temos pena nenhuma deles 🙂

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  • 15. Sal  |  Fevereiro 27, 2008 às 10:50 pm

    … deles, dos membros do Governo.

    Responder

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